Destaque

OCELO

Daniela Cruz em co criação com Ángela Diaz Quintela e Carina Albuquerque

Casa da Criatividade
São João da Madeira
15 FEV.

15 de Fevereiro, às 15H30/3.30PM

- Ocelo.
- Eu sei o que isso é: são olhos coloridos que existem nas penas de algumas aves.
- Ocelo é olhar o belo.
- Ocelo é uma deusa, inventada com o mundo que trazemos dentro.
- Ocelo é uma deusa que se revela.
- Há quem diga que se pavoneia.


Ocelo é um espetáculo sensorial e multidisciplinar, dirigido ao público mais jovem, que parte da necessidade de olhar, de forma positiva, para o contexto em que vivemos e pela vontade de criar sobre o belo. Parte também da vontade de explorar o belo como um lugar onde a realidade e a nossa imaginação se encontram; o belo como uma sensação de espanto, de UAU.

- Espanto é espalhar encanto. Esp-anto.

A ESTA HORA, NA INFÂNCIA NEVA

Companhia Maior e Victor Hugo Pontes

Teatro Micaelense
Ponta Delgada
21 Fev, 21h30

21 de Fevereiro, às 21h30

A esta hora, na infância neva*

Nesta criação com a Companhia Maior, Victor Hugo Pontes segue uma via eminentemente física, inspirado pelo potencial do corpo que já viveu muito tempo – um contraponto com a sua experiência prévia de trabalhar com adolescentes. Se na pujança da juventude interfere a falta de experiência e autodomínio, na idade maior as limitações são resolvidas com a experiência de palco. Que idiossincrasias se fazem anunciar na fisicalidade destes intérpretes que têm um longo percurso gravado no corpo? Para esta pergunta, Victor Hugo Pontes propôs-se encontrar uma afirmação coreográfica. 

Em cena, corpos de diferentes idades sobrepõem-se para evidenciar o contraste, por um lado, mas também para elogiar a beleza do físico amadurecido: um corpo na dança que perdeu força e velocidade mas que comporta memória existencial e ganhou definição e intenção. As gerações mais novas criam um espelho que nos permite reflectir sobre o que ainda somos, daquilo que fomos... um gatilho do passado, para o futuro em aberto, num presente onde, como escreveu Manuel António Pina, “as cicatrizes do coração permanecem”**, em que o esquecimento é também sabedoria e a infância reaparece, refinada. 

 

 

[* e **] “A esta hora, na infância neva”, poema de Manuel António Pina em Cuidados Intensivos, 1994.

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