Destaque
Daniela Cruz em co criação com Ángela Diaz Quintela e Carina Albuquerque
31 out. às 10:30 e às 15:30
- Ocelo.
- Eu sei o que isso é: são olhos coloridos que existem nas penas de algumas aves.
- Ocelo é olhar o belo.
- Ocelo é uma deusa, inventada com o mundo que trazemos dentro.
- Ocelo é uma deusa que se revela.
- Há quem diga que se pavoneia.
Ocelo é um espetáculo sensorial e multidisciplinar, dirigido ao público mais jovem, que parte da necessidade de olhar, de forma positiva, para o contexto em que vivemos e pela vontade de criar sobre o belo. Parte também da vontade de explorar o belo como um lugar onde a realidade e a nossa imaginação se encontram; o belo como uma sensação de espanto, de UAU.
- Espanto é espalhar encanto. Esp-anto.
Daniela Cruz em co criação com Ángela Diaz Quintela e Carina Albuquerque
escolas 06 nov (sex) | 10:30 e 14:30
público geral 07 nov (sáb) | 11:00
- Ocelo.
- Eu sei o que isso é: são olhos coloridos que existem nas penas de algumas aves.
- Ocelo é olhar o belo.
- Ocelo é uma deusa, inventada com o mundo que trazemos dentro.
- Ocelo é uma deusa que se revela.
- Há quem diga que se pavoneia.
Ocelo é um espetáculo sensorial e multidisciplinar, dirigido ao público mais jovem, que parte da necessidade de olhar, de forma positiva, para o contexto em que vivemos e pela vontade de criar sobre o belo. Parte também da vontade de explorar o belo como um lugar onde a realidade e a nossa imaginação se encontram; o belo como uma sensação de espanto, de UAU.
- Espanto é espalhar encanto. Esp-anto.
DIRECÇÃO DANIELA CRUZ
em co criação com
ANA RITA XAVIER, GIOVANNA SANCHEZ, LILIANA OLIVEIRA, NUNO PRETO, PANNAGIOTA BAFOUNI,
SAMUEL MARTINS COELHO, ÁNGELA DIAZ QUIINTELA, CÁRIN GEADA, JORDANN SANTOS
[ESTREIA] 14 nov.
dançar até cantar o fim do mundo é dizer ao mundo que o fim, assumindo-se como um fim, deve então ser celebrado.
Que dançar até cantar o fim do mundo seja esta celebração despojada, quase primitiva de purgar convenções, fronteiras ou controlos. Convocamos vozes transpiradas e corpos afinados e ocupamos o vazio como se fosse tudo, como se no vazio partíssemos para todas as possibilidades, todas as liberdades. Dançamos até cantar o fim do mundo. Pode ser que ele acabe de forma diferente.
dançar até cantar o fim do mundo é um acto político, mas que não responde a narrativas ou significações lineares, propondo um espectáculo que olha de forma positiva para o contexto desafiante que nos rodeia.
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